16 de set. de 2010

Política, uma análise

Olá, amigos do fórum. Tudo numa nice? Espero que sim.

Hoje venho falar de um assunto importante para você, para mim, e para toda a nação verde e amarela (Brasil): política.

As moléculas da política flutuam no ar, e o exercício de democracia, nesse momento, provoca tanto fervor no coração do cidadão quanto a Copa do Mundo.
O efeito desse amor, em ambos os casos, é o mesmo: onde bate um miocárdio, está um homem de bem que leva na ponta da língua uma opinião direita e embasada sobre todos os candidatos a cargos políticos fundamentais para o desenvolvimento do território.

Do lado da candidata Dilma, temos as pessoas que lêem três livros de trezentas páginas por mês (não são best-sellers), e que defendem a integridade desse ícone a qualquer custo.
O argumento que roda pela boca desses verdadeiros intelectuais, é que, caso seu raciocínio se desvie desse voto lógico e necessário, você possivelmente tem alguns pontos a menos de quociente de inteligência (burros), e faz parte desse grupo seleto que troca facilmente análises sobre a situação do país vizinho Suriname, por revistas que, para eles, tem um valor menor com suas propostas pífias de informar de forma irreverente seus leitores e assinantes.

Do lado do candidato Serra, temos pessoas sobre as quais não posso informar a personalidade, pois não tenho conhecimento da causa nobre.
Vale notar que isso, fatalmente, faz de mim um ignorante.

Do lado da candidata Marina Silva, temos Wagner Moura, esse ator de filmes e telenovelas, que transborda carisma e simpatia como nenhum outro de sua geração.
Esse braço forte, que vem para dar um impulso sem igual à campanha dessa também mulher, preocupada não só com a pátria tupiniquim, mas sim com a pátria Mundo (que engloba todos os continentes, mais os mares e ilhas), só é ofuscado pela degradação causada pelo músico Caetano Veloso, que canaliza afetação e besteiras como poucos.

Cabe a você, leitor, refletir sobre tais questões e lubrificar os caminhos de seus neurônios, de modo a, cada vez mais, conseguir manter uma discussão de nível com seus colegas de escola/trabalho, e massacrar com precisão e propriedade os argumentos de cada um deles. Ainda, graças ao salário mínimo, você, cidadão, será capaz de deliciar sua vitória com uma pizza dos melhores fornos do patrocinador, Pizza Hut. A equipe recomenda.

Use esse texto como auxílio em suas decisões, e não seja mais um nas estatísticas vergonhosas de votos nulos e brancos, com margem de erro de dois pontos. Fique do lado dos abençoados por Jesus Cristo.
Não se esqueça, também, de sintonizar no Horário Político Eleitoral Gratuito.

Fortes abraços.

8 de set. de 2010

Comentando Wilco: Summerteeth



Um bom debut do Wilco, mas com um quê de Room On Fire.

Fique ligadinho em: “Can't Stand It” (não posso aguentar isso), “She’s a Jar” (ela é um jarro), “A Shot in the Arm” (um tiro no braço), “I’m Always in Love” (eu estou sempre apaixonado), “Nothing'severgonnastandinmyway (Again)” (nadanuncavaificarnomeucaminho de novo) e Via Chicago (via chicago).



N.E.: traduções livres.

6 de set. de 2010

Inferninho

Amgs, atingi um ponto crítico na falta de INSPIRAÇÃO: tocando violão nas coxa, desenhando pior ainda (agora, que preciso) e esses são meus únicos talentos mesmo. Se ninguém levar em conta meus poemas prestigiando a arte circense.

A única coisa que tenho feito é isso:




Forte abs.

3 de set. de 2010

Folk

Parece que a parte mais fácil de fazer música, é fazer a música.

Depois disso, você tem que se preocupar em como cuidar da sua alma de poeta sofredor, prodígio nas artes e anos a frente nas experiências humanas.
E aí é aquele papinho que passa do ‘sou músico e me expresso com a música’ para ‘sou músico, mas só tomo 1% do meu tempo com isso’.

Como se pra ser um artista, nos vários sentidos, tu precisasse ser complicado, lírico e afastado das outras coisas.
Ridículo dizer o quanto você é empolgado com uma banda de metal, e mais ridículo ainda dizer que você está feliz por tocar com um monstro do banquinho e um vilão. Veja bem, amg, a coisa aqui é só admiração entre artistas, nada de ser fã.

Acho imbecil essa vontade de querer ficar longe das outras pessoas, como se tu fosse mais especial que todos só por saber escrever algo bonito; como se isso te tirasse a possibilidade de dizer as coisas preto no branco, e te fizesse alguém mais profundo, e complexo.

Se continuar nisso, daqui a pouco vai estar dizendo que é amante do teatro e do circo.

Poesia contemporânea I

Amgs do site blogspot, abro um parêntese nessa cruzada loka que é falar dos discos do Wilco, para um motivo mais nobre: poesia contemporânea (feita por uma amiga minha).

A escrita VISCERAL corre pelas gerações outrora em voga, e sintetiza com sutileza o pessimismo, a ironia e o fino humor presentes na vida e obra daqueles que ocupam um lugar cativo na Academia Brasileira de Letras.

Prestigiem.

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Escória Geográfica

Ingênua eu, que quisera fazê-lo
Ingênua eu, que cogitara fazê-lo
Ingênua eu, que sonhava obtê-lo

Ingênua eu, pensar que conseguiria
Ter bons resultados em geografia
Ingenuidade, da mente minha

Para que estudar,
Para que almejar,
Sendo que só sei lutar
Por algo que não vou alcançar

Escárnio da nota ruim
Desgraça da vida para mim
Que essa prova que aqui jaz
Não se repita com erros, jamais

Vitória Costa

2 de set. de 2010

Comentando Wilco: Being There



Violões colando com as guitarras, e separando bem as duas idas do Wilco – e isso é um problema.

Fique ligadinho em: “Misunderstood” (incompreendido), “Monday” (segunda-feira), “Outtasite (Outta Mind)” (longe dos olhos, longe da mente), “I Got You (At The End Of The Century)” (eu te peguei, no fim do século) e “Kingpin” (pino mestre).



N.E.: traduções erradas.

1 de set. de 2010

Comentando Wilco: A.M.

Amgs do site blogspot, começo hoje uma empreitada um tanto quanto nobre, um tanto quanto inútil: comentar de forma concisa os discos do meu, do seu, do nosso, Wilco.

Frases rápidas e concretas sobre cada disco compacto lançado pela banda, com indicações igualmente ligeiras das melhores músicas (com traduções para você não se perder), e um vídeo maneiro no fim.

Colem comigo nesse bonde e vamos curtir juntos essa vibe.

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Um tremendo disco do Uncle Tupelo.

Fique ligadinho em: “I Must Be High” (eu devo estar doidão), “Box Full Of Letters” (caixa cheia de cartas), “That's Not The Issue” (não é esse o problema) e “Passenger Side” (lado do passageiro).



N.E.: traduções livres.