É engraçado que tem nego que te olha no olho, e fala que é muito foda te reencontrar, que tem que voltar a amizade mesmo. Só que foda é ouvir, por outra pessoa, que por ele eu podia me foder, que eu nunca fui muito amigo mesmo.
Tudo bem, já disse o que eu penso sobre perder amigos: eles vão embora, e tu não pode fazer nada. E se pode, eu digo sem nenhum peso que tentei fazer.
Por mim, cada um vai pro seu lado.
Mas uma pontada de ressentimento, ou de consideração fica, e eu fico impressionado com quanto uma pessoa pode regredir conforme o tempo passa.
Pára mesmo de querer saber das coisas, e ir pra frente no que gosta e, no caso, precisa fazer.
Tá certo, quem sou eu pra julgar isso? Nem amigo eu sou mais. Nunca nem fui.
Mas dá licença que eu vou falar: “pára de pensar que todo mundo que não te ama, te odeia”.
Não fui eu que disse, amigo meu. Resumiu todo o drama, e toda a atitude de uma pessoa.
E eu falo porque sei, não porque eu vi e ouvi coisas dos outros: seis anos de convivência.
Sou idiota por falar como quem já tem idade avançada, mas não dá pra não ser esse tipo de pretensioso vendo o quanto alguém pode ser infantil.
“Não quero mais saber de reclamações”. Então abraço, tu abre essa porta e deixa de viver.
Nem tudo que tu faz é bom, e nem tudo que tu faz precisa ser bom. Concordo que um elogio faz falta às vezes, mas a crítica faz parte, para o bem e para o mal.
Tudo questão de ir de leve, e saber separar as coisas.
Mas isso é sobre pessoas, e não sobre como agir.
Talvez seja meio mulher de malandro continuar me preocupando com isso, mas tanto tempo de amizade (ou qualquer outro nome, ou qualquer coisa que diga não-amizade) merece.
No mais, que se foda (e isso ainda pode ser muito gentil).
O lixo do fundo da estante, que você não quer e não vai ler, sendo exposto sem motivo.
8 de nov. de 2010
5 de nov. de 2010
Pois é
“Acreditar demais num talento pode cegar a gente. Talvez você encontre outra coisa”.
É, talvez.
É, talvez.
1 de nov. de 2010
Imagem maneira
31 de out. de 2010
Eleições 2010: abs
As eleições acabaram, temos um novo presidente, e o Brasil vai que vai para a conquista de mais uma vitória nessa guerra eterna e loka.
Só fico no aguardo para um herói (no mínimo) lançar a primeira piadinha sagaz sobre aids, e tudo voltar a ser como era antes na internet, e na sociedade que conhecemos. As engrenagens novamente entrando em prumo para uma existência justificável.
Mas para perpetuar esse momento eterno, uma citação de @alechandracomx (que eu não faço a mínima ideia de quem seja): ~ JA PODE ABORTAR TRANQUILAO ?? ~
Só fico no aguardo para um herói (no mínimo) lançar a primeira piadinha sagaz sobre aids, e tudo voltar a ser como era antes na internet, e na sociedade que conhecemos. As engrenagens novamente entrando em prumo para uma existência justificável.
Mas para perpetuar esse momento eterno, uma citação de @alechandracomx (que eu não faço a mínima ideia de quem seja): ~ JA PODE ABORTAR TRANQUILAO ?? ~
23 de out. de 2010
Comentando Wilco: Yankee Hotel Foxtrot

Um disco sereno, de quem perdeu e sabe como morrer.
Fique ligadinho em: “I Am Trying To Break Your Heart” (eu estou tentando quebrar seu curacao), “Radio Cure” (cura de radio), “War On War” (guerra em guerra), “Jesus, Etc.” (jesus, etc.), “Ashes Of American Flags” (cinzas de bandeiras americanas), “Heavy Metal Drummer” (baterista de heavy metal), “I'm The Man Who Loves You” (eu sou o homem que te ama) e “Poor Places” (lugares pobres).
Detalhe pra esse vídeo de Heavy Metal Drummer, que acredito ser o que há de melhor na internet.
N.E.: traduções livres erradas
22 de out. de 2010
Coisas da vida
Quero saber quando fui que eu disse que, quanto mais velho vou ficando, mais imbecil eu sou por sintonizar todos os dias nesse canal formidável chamado Cartoon Network.
Eu assinei algum acordo que eu não sabia, que disse que conforme os anos vão, eu não posso fazer certas coisas?
Algumas vão indo embora naturalmente, mas algumas sempre são bacanas, mesmo que sejam bobinhas ou não ofereçam nada de mais.
De repente, eu tenho que me sentir estranho por fritar fazendo coisas que eu fazia há não tanto tempo atrás (mermo porque, também não estou tão longe assim).
Nem a internet está livre disso, nem escrever em caixa alta, fazer um vlog e prestigiar o gênio Boça, estão livres disso: agora eu tenho que ler diariamente sobre a economia e indústria chinesa e discorrer sobre isso (sério).
Amg, esse negócio das primaveras é uma tremenda falcatrua, isso sim.
Eu assinei algum acordo que eu não sabia, que disse que conforme os anos vão, eu não posso fazer certas coisas?
Algumas vão indo embora naturalmente, mas algumas sempre são bacanas, mesmo que sejam bobinhas ou não ofereçam nada de mais.
De repente, eu tenho que me sentir estranho por fritar fazendo coisas que eu fazia há não tanto tempo atrás (mermo porque, também não estou tão longe assim).
Nem a internet está livre disso, nem escrever em caixa alta, fazer um vlog e prestigiar o gênio Boça, estão livres disso: agora eu tenho que ler diariamente sobre a economia e indústria chinesa e discorrer sobre isso (sério).
Amg, esse negócio das primaveras é uma tremenda falcatrua, isso sim.
20 de out. de 2010
Briguinha elegante
Ontem vi que um coletivo (eu acho) dedica seu tempo a depredar (zuar pros leigo) algumas obras do Banksy por aí. Não sei se é com frequência, mas rolou algumas vezes. Sei lá, só quero repassar um ponto.
Parece que o Team Robbo, que eu não conheço, “retrabalhou” uns TRAMPOS do Banksy.
De boa, ele foi lá e mandou outras coisas por cima, e ficou por isso mesmo.
Até que ele apagou e mandou um graffiti por cima de um trampo de 25 anos desse coletivo.
Merma coisa: eles foram e mandaram uma coisa por cima, ele foi e mandou outra.
Achei meio babaca a atitude, dele acabar com um trampo de 25 anos, que para alguém tem um valor imenso, sendo que quando uma obra dele foi apagada por engano rolou uma novela.
Quem está na rua, tá sujeito às atitudes de outras pessoas, para o bem e para o mal. E isso é bom, eu acho.
É a mesma coisa dos urubu: ficar discutindo sobre vai levar a quase nada. Só que se tu for lendo os comentários sobre o caso, tu encontra um monte de chiliquentos defendendo o Banksy como só quem milita por político sabe fazer.
Acho que a questão é aceitar o risco desse tipo de coisa acontecer. Não depende de você, e tentar evitar que alguma coisa do gênero aconteça, é bem babaca, já que tu tá fazendo isso numa parede por opção.
Não entendo nada de artes, só que achei cabaço demais o BURBURINHO que rola em volta disso, e vocês sabem o que acontece quando rola uma coisa assim: não dá pra não fazer um comentário imbecil.
(Qualquer correção e comentário sobre esse texto ridículo é bem-vindo. Nós da equipe agradecemos).
Abs.
Parece que o Team Robbo, que eu não conheço, “retrabalhou” uns TRAMPOS do Banksy.
De boa, ele foi lá e mandou outras coisas por cima, e ficou por isso mesmo.
Até que ele apagou e mandou um graffiti por cima de um trampo de 25 anos desse coletivo.
Merma coisa: eles foram e mandaram uma coisa por cima, ele foi e mandou outra.
Achei meio babaca a atitude, dele acabar com um trampo de 25 anos, que para alguém tem um valor imenso, sendo que quando uma obra dele foi apagada por engano rolou uma novela.
Quem está na rua, tá sujeito às atitudes de outras pessoas, para o bem e para o mal. E isso é bom, eu acho.
É a mesma coisa dos urubu: ficar discutindo sobre vai levar a quase nada. Só que se tu for lendo os comentários sobre o caso, tu encontra um monte de chiliquentos defendendo o Banksy como só quem milita por político sabe fazer.
Acho que a questão é aceitar o risco desse tipo de coisa acontecer. Não depende de você, e tentar evitar que alguma coisa do gênero aconteça, é bem babaca, já que tu tá fazendo isso numa parede por opção.
Não entendo nada de artes, só que achei cabaço demais o BURBURINHO que rola em volta disso, e vocês sabem o que acontece quando rola uma coisa assim: não dá pra não fazer um comentário imbecil.
(Qualquer correção e comentário sobre esse texto ridículo é bem-vindo. Nós da equipe agradecemos).
Abs.
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